Diante de Montanhas
Diante de montanhas
Onde o vento ecoa cânticos ancestrais
Sou pequena, insignificante
Grande, eterna.
Serras, catedrais de névoa
Em preces não articuladas
Numa devoção relembrada
Estou presente.
Entre pedras alinhadas por humano capricho
Soam monges e peregrinos
Vozes sussurram nas arcadas e nos claustros
E eu respiro.
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